Catador é perseguido e morto a pauladas em Campo Grande

Capital

Suspeitos chegaram no local do crime em três motocicletas e são conhecidos na região do Bairro Sayonara

Por Bruna Marques | 16/07/2026 07:02

Catador de recicláveis é perseguido e morto a pauladas na madrugada
Local onde o homem foi morto durante a madrugada, na Vila Popular (Foto: Reprodução/Street View)

Catador de materiais recicláveis foi perseguido e morto a pauladas na madrugada desta quinta-feira (16), na Rua Arthur Silva, na Vila Popular, em Campo Grande. Ainda não há identificação da vítima, mas o boletim de ocorrência aponta que ela tem 44 anos.

Homem de 44 anos morreu após ser perseguido e atacado na madrugada desta quinta-feira (16) na Vila Popular, em Campo Grande. A vítima, catador de materiais recicláveis, foi reconhecida por pessoas em motocicletas, perseguida e atingida várias vezes na cabeça e no rosto. Os suspeitos fugiram em três motos. O caso foi registrado como homicídio qualificado e investigado pelo GOI e pela Depac Cepol.

Segundo o registro policial, o homem estava em frente a um imóvel quando foi reconhecido por pessoas que passavam no local em motocicletas. O grupo retornou e tentou abordá-lo.

A vítima correu, entrou em uma casa e escapou pelos fundos até chegar a outro imóvel, onde pediu ajuda. Com medo, os moradores abriram o portão e colocaram o homem novamente para fora.

Logo depois, ele foi alcançado e atingido várias vezes, principalmente na cabeça e no rosto. A vítima sofreu ferimentos graves e morreu no local antes de receber atendimento.

Após o ataque, os envolvidos fugiram em 3 motocicletas, identificadas por testemunhas como uma Honda Bros, uma Honda Biz e uma Honda CG 99. Imagens de câmeras de segurança instaladas na região podem ajudar na identificação dos suspeitos e no esclarecimento da sequência dos fatos.

Moradores relataram que o trecho é frequentado por usuários de drogas. Também disseram que os envolvidos seriam conhecidos na região do Bairro Sayonara, mas ninguém havia sido identificado até o fechamento desta matéria.

Equipes do GOI (Grupo de Operações e Investigações) estiveram no local e realizaram os primeiros levantamentos. A equipe plantonista da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol e a perícia também acompanharam os trabalhos.

O objeto usado no ataque não foi encontrado. O caso foi registrado como homicídio qualificado, na categoria que inclui emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio insidioso.

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