Casal havia perdido os direitos de tutela da criança por maus-tratos e foi localizado pela polícia
Um casal de 32 e 33 anos foi preso nesta quarta-feira (2), no Bairro Cidade Morena, em Campo Grande, após ser encontrado com o filho de 7 anos retirado irregularmente de uma instituição de acolhimento em Campo Mourão (PR). A criança foi resgatada pela Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).
Um casal foi preso em Campo Grande na quarta-feira (2) após ser encontrado com o filho de 7 anos retirado ilegalmente de uma instituição de acolhimento em Campo Mourão (PR). O casal havia perdido a guarda da criança por decisão judicial devido a maus-tratos. A Depca resgatou o menino em uma residência no bairro Cidade Morena. Os pais foram presos em flagrante e permanecem à disposição da Justiça.
A investigação começou após a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul receber informações de que o menino, considerado vítima de subtração de incapaz, poderia estar escondido na Capital. A partir das informações, equipes da especializada iniciaram diligências e ações de inteligência para localizar o paradeiro da criança.
O menino foi encontrado em uma residência na Cidade Morena acompanhado dos próprios pais. Os dois receberam voz de prisão em flagrante e foram encaminhados para a sede da Depca, onde permanecem à disposição da Justiça.
Conforme apurado pela polícia, o casal havia perdido a guarda da criança por decisão judicial após a constatação de maus-tratos. Por determinação da Justiça, o menino foi encaminhado para uma instituição de acolhimento em Campo Mourão.
Segundo as investigações, os pais retiraram a criança do local sem autorização e passaram a fugir das autoridades. Durante diligências realizadas no Paraná, os suspeitos conseguiram escapar, dando continuidade à fuga até serem localizados em Campo Grande.
Após o resgate, a criança foi colocada sob proteção e encaminhada à rede de atendimento. A Polícia Civil informou que foram adotadas as medidas necessárias para garantir a integridade física e emocional do menino.
A corporação destacou que a troca de informações entre as forças de segurança dos dois estados foi fundamental para localizar a vítima e cumprir a decisão judicial que determinava seu acolhimento. O caso segue sendo acompanhado pela Justiça e pelos órgãos de proteção à infância.
