Cotação termina em R$ 5,2078 e Ibovespa fecha em alta de 0,64%, aos 172.788 pontos
O dólar comercial fechou em queda de 0,03% nesta quinta-feira (2), cotado a R$ 5,2078, enquanto o Ibovespa avançou 0,64% e encerrou o pregão aos 172.788 pontos.
O dólar comercial fechou em queda de 0,03% nesta quinta-feira, cotado a R$ 5,2078, enquanto o Ibovespa avançou 0,64%, aos 172.788 pontos. O mercado reagiu ao payroll americano, que registrou abertura de 57 mil vagas em junho, ante 129 mil em maio, reforçando expectativas sobre a política monetária do Fed. No Brasil, investidores acompanharam sanções dos EUA contra brasileiros e empresas por suposta ligação com o PCC.
No acumulado da semana, o dólar registra alta de 0,79%. No mês, a valorização chega a 0,87%, enquanto, no ano, a moeda acumula queda de 5,12%. O Ibovespa, por sua vez, acumula recuo de 0,29% na semana. No mês, o principal índice da bolsa brasileira sobe 0,44% e, no ano, avança 7,24%.
O mercado financeiro reagiu principalmente à divulgação do relatório oficial de emprego dos Estados Unidos, conhecido como payroll, que mostrou desaceleração na criação de vagas em junho e reforçou as expectativas sobre os próximos passos da política monetária norte-americana.
O relatório apontou a abertura de 57 mil postos de trabalho em junho, abaixo dos 129 mil registrados em maio. O indicador serve como uma das principais referências para o Fed (Federal Reserve), banco central dos Estados Unidos, na definição da taxa de juros.
Na véspera, o presidente do Fed, Kevin Warsh, afirmou que os riscos de inflação diminuíram, mas reiterou que a instituição mantém o compromisso de levar a inflação à meta de 2%. As declarações também influenciaram o comportamento dos investidores ao longo do dia.
Além do payroll, o mercado acompanhou outros indicadores internacionais, entre eles os pedidos iniciais de seguro-desemprego nos Estados Unidos e a taxa de desemprego da zona do euro.
No Brasil, os investidores acompanharam atentamente as sanções que o governo dos Estados Unidos impôs contra dois brasileiros, três empresas instaladas no País e uma empresa portuguesa por suposta ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital). As medidas incluem o bloqueio de bens em território americano e restrições financeiras aos alvos.
