Expansão da bioenergia fortalece municípios e amplia a industrialização do agronegócio

Mato Grosso do Sul avança para consolidar um dos mais vigorosos ciclos de desenvolvimento econômico de sua história, impulsionado pela industrialização do agronegócio, pela expansão da bioenergia e pela chegada de grandes investimentos privados. O novo capítulo dessa transformação foi marcado nesta semana, em Nova Alvorada do Sul, com o lançamento da pedra fundamental da nova usina integrada de etanol de cana-de-açúcar e milho da Atvos, empreendimento superior a R$ 1 bilhão que reforça o protagonismo do Estado na produção nacional de biocombustíveis.
A Atvos lançou a pedra fundamental de uma usina integrada de etanol de cana-de-açúcar e milho em Nova Alvorada do Sul, com investimento superior a R$ 1 bilhão. A unidade terá capacidade para processar 642 mil toneladas de milho por ano e produzir 273 milhões de litros de etanol, gerando dois mil empregos. O presidente da ALEMS, Gerson Claro, destacou o avanço de Mato Grosso do Sul na bioenergia e na industrialização do agronegócio.
Presente na cerimônia, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), deputado estadual Gerson Claro, avaliou que o Estado vive uma mudança estrutural em seu modelo de crescimento. Segundo ele, o Estado deixou de ser apenas um grande fornecedor de matérias-primas para ocupar posição estratégica na industrialização do agronegócio e na produção de energia renovável.
“O Mato Grosso do Sul deixou de ser apenas um grande produtor de matéria-prima para se transformar em um Estado que agrega valor à sua produção, industrializa, gera empregos e atrai investimentos de longo prazo. A bioenergia simboliza exatamente esse novo momento que estamos vivendo: crescimento econômico aliado à sustentabilidade, inovação e desenvolvimento regional. Cada novo investimento fortalece nossa economia e amplia as oportunidades para a população”, afirmou.
A nova unidade da Atvos será a primeira da empresa em Mato Grosso do Sul capaz de integrar o processamento de cana-de-açúcar e milho. Quando entrar em operação, a planta terá capacidade para processar aproximadamente 642 mil toneladas de milho por ano e produzir cerca de 273 milhões de litros de etanol, além de coprodutos destinados à nutrição animal e à indústria. Durante a fase de construção, a expectativa é de geração de aproximadamente dois mil empregos diretos e indiretos.
O empreendimento acompanha um momento de forte expansão do setor sucroenergético sul-mato-grossense. Hoje, Mato Grosso do Sul ocupa a segunda posição nacional na produção de etanol de milho e vem atraindo sucessivos investimentos em usinas, armazenagem, logística e produção agrícola, fortalecendo uma cadeia que já figura entre os principais motores da economia estadual.
Na avaliação de Gerson Claro, esse ambiente favorável é resultado da combinação entre segurança jurídica, planejamento de longo prazo e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico sustentável.
“Temos um Estado preparado para receber investimentos porque construímos um ambiente de confiança. Hoje, quem investe em Mato Grosso do Sul encontra estabilidade, infraestrutura em expansão, capacidade produtiva e uma gestão comprometida com o desenvolvimento sustentável. Isso explica por que tantas empresas escolhem nosso Estado para ampliar seus negócios”, destacou.
O presidente da ALEMS observa que os efeitos da expansão da bioenergia extrapolam os números da economia e chegam diretamente aos municípios, impulsionando a arrecadação, fortalecendo o comércio local e ampliando as oportunidades de emprego e renda no interior.
“Cada usina representa mais empregos, mais arrecadação para os municípios, fortalecimento do comércio, da prestação de serviços e da cadeia produtiva regional. Estamos falando de um desenvolvimento que chega às pessoas e melhora a qualidade de vida das famílias sul-mato-grossenses. Esse é o modelo de crescimento que queremos continuar incentivando”, afirmou.
Para Gerson Claro, o cenário internacional de transição energética coloca Mato Grosso do Sul em posição privilegiada para ampliar sua participação na economia verde. A combinação entre vocação agrícola, capacidade industrial, disponibilidade de matéria-prima e ambiente favorável aos investimentos, segundo ele, tende a consolidar o Estado entre os principais polos brasileiros de bioenergia nos próximos anos.
“O mundo busca soluções sustentáveis e o Mato Grosso do Sul reúne todas as condições para liderar esse processo no Brasil. Temos vocação agrícola, tecnologia, capacidade industrial e um ambiente institucional sólido. A bioenergia representa o futuro da economia verde, e nosso Estado está preparado para continuar crescendo, gerando oportunidades e sendo referência nacional em desenvolvimento sustentável”, concluiu.